Novas equipes cirúrgicas começam a atuar no Irmã Dulce

O Complexo de Saúde Irmã Dulce conta com novas especialidades cirúrgicas. As equipes médicas de cirurgia torácica e de cabeça e pescoço já estão atuando no Centro Cirúrgico do hospital, bem como a de vascular. Ao todo são 13 especialidades cirúrgicas: ginecologia, ortopedia e traumatologia, cirurgia vascular, cirurgia geral, urologia, cirurgia de cabeça e pescoço, […]

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O Complexo de Saúde Irmã Dulce conta com novas especialidades cirúrgicas. As equipes médicas de cirurgia torácica e de cabeça e pescoço já estão atuando no Centro Cirúrgico do hospital, bem como a de vascular. Ao todo são 13 especialidades cirúrgicas: ginecologia, ortopedia e traumatologia, cirurgia vascular, cirurgia geral, urologia, cirurgia de cabeça e pescoço, cirurgia torácica, cirurgia craniomaxilofacial, cirurgia plástica, cirurgia pediátrica, proctologia, otorrinolaringologia e neurologia.

“O hospital está se tornando referência em cirurgias de emergência e eletivas na região”, avalia a diretora técnica Maria Alice Tavares da Silva. Gerenciado pela Fundação do ABC (FUABC), o complexo envolve o Hospital Municipal Irmã Dulce, o Pronto-socorro Central e o Ambulatório de Especialidades Cirúrgicas Maria Helena de Oliveira Higa.

Para atender à demanda por cirurgias, além de ceder espaço e estrutura para captações de órgãos de doadores falecidos por equipes especializadas de outros hospitais, o Centro Cirúrgico do hospital possui cinco salas, mas logo contará com mais duas. Segundo a enfermeira coordenadora Elizabeth Beatriz Passio, as duas salas estão passando por adequações e deverão ser abertas em março.

Realizando uma média de 25 cirurgias por dia, o centro recebe pacientes encaminhados da rede básica de saúde para cirurgias eletivas (pré-agendadas, não emergenciais) e as emergenciais, tanto moradores de Praia Grande quanto de outras cidades da região. Além de ampliar o leque de especialidades, as novas equipes permitiram aumentar o atendimento: “No caso da cirurgia plástica, passou de uma vez por semana para três vezes”, completa.

ESTRUTURA – Do piso eletrostático ao teto com sistema especial de ar-condicionado, o Centro Cirúrgico do Irmã Dulce combina tecnologia, qualidade e humanização. Todas as salas cirúrgicas contam com focos de luz de última geração, arcos em “C” para exames de raio x, carrinhos de anestesia completos, torres retráteis com gases (oxigênio, nitrogênio, vácuo e ar comprimido) e instrumentais novos, como bisturis elétricos. O ar-condicionado mantém a temperatura adequada, entre 20 e 21ºC. O ambiente de pós-operatório possui carrinho de emergência, respiradores, monitores cardíacos e desfibriladores.

Os equipamentos são checados diariamente pela Central de Equipamentos e Gasoterapia, também responsável pela montagem das estruturas, como a de videolaparoscopia, técnica cirúrgica em que o hospital foi pioneiro no Litoral Sul e que hoje ocorre seis vezes por semana, segundo Elizabeth. Isso é importante para assegurar que tudo funcione perfeitamente no momento da operação.

O centro trabalha dentro de protocolos. “Existem normas e rotinas que têm de ser cumpridas por todos”, explica. Para afastar o risco de contaminação, a vigilância é contínua e conta com o apoio do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar. Até a estrutura física, em salas com cantos arredondados e portas antibarreiras, vão ao encontro da total assepsia. A limpeza, permanente, e os fluxos diferentes de materiais sujos e limpos evitam riscos.

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  • Publicado: 23/02/2012 20:22
  • Alterado: 23/02/2012 20:22
  • Autor: Nádia Almeida
  • Fonte: FUABC