Disputa da sede do 8º Fórum Mundial da Água
Brasília dá mais um passo para sediar o evento que busca discutir o aproveitamento racional e sustentável dos recursos hídricos do planeta
- Publicado: 20/02/2014 13:09
- Alterado: 20/02/2014 13:09
- Autor: Redação
- Fonte: Secom GDF
Mais um passo na candidatura de Brasília como sede do 8º Fórum Mundial da Água, em 2018, foi dado, durante reunião na Residência Oficial de Águas Claras entre embaixadores e representantes dos Estados Unidos, México, Turquia, Tunísia, Catar e China, com autoridades dos governos distrital e federal.
A ideia do encontro foi reforçar com os representantes a candidatura da capital federal, para que eles mostrem aos delegados de seus países, integrantes do Conselho Mundial da Água, as vantagens de Brasília como sede, uma vez que o Brasil possui 12% de toda a água doce do mundo.
“Esse evento terá um poder transformador nas políticas públicas de recursos hídricos no Brasil, e isso beneficiará o mundo inteiro. Por isso, é importante debater com profundida a gestão dos recursos hídricos aqui”, enfatizou o governador Agnelo Queiroz.
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, também presente na reunião, lembrou que a gestão das águas está diretamente ligada à segurança alimentar, desenvolvimento humano, econômico e qualidade de vida.
“O governador e a ministra demostraram que os governos distrital e federal estão unidos nessa empreitada e que Brasília está pronta para sediar o maior evento do mundo relacionado às águas”, ressaltou o secretário-chefe da Assessoria Internacional do DF, Odilon Frazão.
O evento, que tem como principal objetivo encontrar soluções para o aproveitamento racional e sustentável da água no planeta, é realizado a cada três anos. A última edição, em 2012, em Marshelha, na França, reuniu 35 mil pessoas de 147 países.
CANDIDATURA – Brasília representa o Brasil e compete com a Dinamarca. A decisão sobre o local escolhido sairá em março deste ano. A posição geográfica da capital federal, os investimentos em mobilidade urbana e os eventos internacionais previstos também foram diferenciais apresentados aos representantes de outros países.
“Somos um forte candidato. Essa seria a primeira vez do Fórum no Hemisfério Sul, e a oportunidade perfeita para trazer até nós uma discussão tão importante como a utilização racional e permanente das águas. Somente a América Latina tem 26% da água potável do mundo”, informou o diretor-presidente da Agência Reguladora de Águas do DF (Adasa), Vinícius Benevides.
A sétima edição está prevista para 2015 na Cidade de Daegu, na Coréia do Sul, com a presença de pesquisadores, docentes, especialistas, governantes e autoridades.