Venezuela libera 533 detidos após protestos eleitorais

Mais de 2.000 pessoas foram presas após a reeleição de Nicolás Maduro, contestada pela oposição

Crédito: Reprodução/FotosPúblicas

Em um anúncio realizado nesta segunda-feira, o procurador-geral da Venezuela, Tarek Saab, revelou que 533 indivíduos que haviam sido detidos durante os protestos desencadeados após as eleições de julho foram liberados. Esse movimento ocorre em meio a uma crescente tensão política no país sul-americano.

De acordo com declarações do governo venezuelano, mais de 2.000 pessoas foram presas em decorrência das manifestações que seguiram a controversa eleição na qual o presidente Nicolás Maduro foi declarado vencedor pelas autoridades competentes. O processo eleitoral gerou intensos questionamentos e críticas tanto internas quanto internacionais.

A oposição, por sua vez, sustenta que a verdadeira vitória pertencia ao seu candidato, Edmundo González, ex-diplomata que teria conquistado a preferência popular. Para corroborar suas alegações, opositores apresentaram cópias dos registros de votação, levantando suspeitas sobre a legitimidade do pleito e gerando descontentamento entre segmentos da população.

Esse cenário destaca a polarização política que continua a dominar a Venezuela, onde os desdobramentos das recentes eleições e as reações populares permanecem sob intenso escrutínio.

  • Publicado: 16/12/2024 12:40
  • Alterado: 16/12/2024 12:40
  • Autor: 16/12/2024
  • Fonte: Terra

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