Trump propõe mudar nome da inteligência artificial e faz enquete

O presidente americano busca renomear a tecnologia em sua rede social e classifica os avisos sobre ameaças globais como uma grande farsa.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugeriu a alteração do termo inteligência artificial durante uma interação na rede Truth Social. O republicano lançou uma enquete para que os seguidores escolham uma nomenclatura inédita. Ele classificou o nome atual da tecnologia como pouco eloquente e impreciso.

O setor de tecnologia ainda não reagiu à proposta de modificação. O político não apresentou um plano prático para implementar a mudança no mercado global. A votação criada pelo americano oferece três alternativas principais para substituir o jargão da indústria:

  • Inteligência Superior (IS)
  • Inteligência Extrema (IE)
  • Inteligência Suprema (IS)

“Muitas pessoas acham que as palavras são imprecisas e muito pouco eloquentes em relação à IA. Qual é o melhor nome para essa revolução em constante crescimento?“, questionou o mandatário.

Trump anuncia criação de força de supervisão para o setor

As propostas de Trump avançaram para o campo regulatório horas após a publicação da enquete. O republicano declarou a formação iminente de uma força de comando específica. Um novo responsável governamental assumirá o cargo em breve para gerenciar as diretrizes tecnológicas do país.

A tecnologia alvo do debate existe há pelo menos 80 anos. O sistema de computadores processa grandes volumes de dados para gerar previsões, textos e recomendações comerciais diárias.

Críticas aos alertas sobre riscos globais

O avanço rápido dos algoritmos gerou uma onda de comparações polêmicas na pauta do governo. Trump equiparou os pesquisadores que alertam sobre a possível extinção humana causada por computadores aos ativistas ambientais. Ele classificou as previsões climáticas históricas como uma farsa fracassada.

“Essa farsa nunca funcionou para eles e agora estão passando para a próxima“, afirmou o presidente sobre as preocupações com a expansão desenfreada dos data centers e o consumo de recursos.

A postura do político contrasta com os principais líderes do Vale do Silício. Executivos como Sam Altman, CEO da OpenAI, e Demis Hassabis, presidente do Google DeepMind, defendem a redução da velocidade no desenvolvimento dos modelos de linguagem.

O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, discorda da intervenção e aposta na dinâmica orgânica das empresas para frear ameaças. A comunidade científica internacional aguarda as próximas diretrizes oficiais americanas sobre o controle cibernético, enquanto a desregulamentação liderada por Trump pode alterar rapidamente as regras globais de inovação.

  • Publicado: 19/09/2026 16:42
  • Alterado: 19/09/2026 16:42
  • Autor: Thiago Antunes
  • Fonte: Assessoria