Sindserv Santo André cobra segurança nas escolas

Sindserv Santo André realizou ato após professora ser agredida por mãe de aluno e cobra medidas da Prefeitura para proteger profissionais

Crédito: Divulgação

O Sindserv Santo André realizou nesta quinta-feira (4) um ato na EMEIEF Carolina Maria de Jesus para cobrar mais segurança e proteção aos professores e demais profissionais da rede municipal de ensino. A mobilização ocorreu após uma professora da unidade ser agredida por uma mãe de aluno dentro da escola.

A manifestação reuniu professores e trabalhadores da unidade, além de profissionais de outras escolas municipais. Durante o ato, o Sindserv Santo André declarou apoio e solidariedade à educadora e voltou a cobrar medidas permanentes para combater episódios de violência nas unidades escolares.

De acordo com o sindicato, iniciativas semelhantes vêm sendo realizadas há algum tempo. Em 21 de agosto, por exemplo, uma mobilização ocorreu na EMEIEF Prof. Nicolau Moraes Barros, também com o objetivo de chamar atenção para a necessidade de mais proteção aos trabalhadores da Educação.

Sindserv Santo André cobra medidas da Prefeitura

Durante a mobilização, o Sindserv Santo André defendeu que a Prefeitura de Santo André adote ações concretas para garantir que professores e profissionais da Educação possam exercer suas funções sem medo de agressões ou ameaças.

A diretora da entidade, a professora Daisy Dias, participou do ato e reforçou a cobrança por providências.

“Não podemos aceitar que professores e profissionais da Educação trabalhem com medo e sob ameaças. A Prefeitura precisa adotar medidas concretas e urgentes para garantir segurança, proteção e respeito a quem trabalha nas nossas escolas”, afirmou Daisy.

Para o Sindserv Santo André, episódios de violência dentro das escolas exigem respostas que ultrapassem ações pontuais e incluam protocolos permanentes de prevenção e atendimento aos servidores.

Sindicato apresenta reivindicações

Entre as principais reivindicações apresentadas pelo Sindserv Santo André está a retomada da Ronda Escolar, com a atuação de Guardas Municipais preparados especificamente para esse tipo de serviço.

O sindicato também cobra a criação de um protocolo efetivo para casos de violência, com atendimento imediato aos servidores atingidos, além da implementação de ações permanentes de prevenção nas unidades municipais.

Outra proposta defendida pela entidade é a criação de um Projeto de Lei de proteção aos servidores públicos de Santo André contra a violência física e psicológica.

O Sindserv Santo André também reivindica uma reunião urgente entre a Prefeitura, o sindicato e os trabalhadores da Educação para discutir medidas de segurança e proteção.

Mobilização ocorre após agressão a professora

A manifestação na EMEIEF Carolina Maria de Jesus foi motivada pela agressão sofrida por uma professora dentro da própria unidade escolar. O sindicato classificou o episódio como uma violência contra a profissional e destacou a necessidade de garantir condições seguras de trabalho aos servidores.

A mobilização também contou com a participação de profissionais de outras escolas, demonstrando que a reivindicação não está restrita a uma única unidade da rede municipal.

Segundo o Sindserv Santo André, a sequência de atos busca ampliar o debate sobre a violência no ambiente escolar e pressionar o poder público a apresentar respostas efetivas para professores e demais trabalhadores.

A entidade mantém a cobrança para que a Prefeitura adote medidas de proteção e prevenção e estabeleça um diálogo direto com a categoria sobre a segurança nas escolas municipais.

Sindserv Santo André mantém cobrança por proteção

Com novos atos sendo realizados nas unidades escolares, o Sindserv Santo André pretende manter a mobilização em defesa dos profissionais da Educação.

Para o sindicato, a retomada da Ronda Escolar, a criação de protocolos para situações de violência e o atendimento aos servidores que sofrerem agressões são medidas necessárias para enfrentar o problema.

A entidade também defende que a proteção aos trabalhadores seja tratada como uma política permanente, com participação dos profissionais da rede na construção das medidas adotadas pelo município.

  • Publicado: 04/09/2026 15:32
  • Alterado: 04/09/2026 15:32
  • Autor: Gabriel de Jesus
  • Fonte: Prefeitura de Santo André