Sabina Escola Parque recebe mais dois pinguins

Espaço abriga agora 22 pingüins de Magalhães

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Dois pingüins de Magalhães são os mais novos habitantes do pinguinário da Sabina Escola Parque do Conhecimento, em Santo André. As aves vieram de longe desta vez, diferentemente dos outros moradores do local, vindos de Ubatuba, no litoral de São Paulo. Sem possibilidades de voltar para a terra natal, vieram de avião, do Espírito Santo, onde estavam sob os cuidados do IPRAM (Instituto de Pesquisa e Reablitação de Animais Marinhos) .

Segundo a coordenadora da Sabina, Sílvia Sanchez, representantes da instituição afirmaram ter ótimas recomendações das instalações e dos cuidados com os animais na Sabina. No dia 22 de dezembro os novos animais chegaram, receberam os primeiros cuidados da equipe e então ficaram em quarentena para melhor avaliação do seu estado de saúde, por meio de vários exames.

No início de janeiro, depois de constatada a boa saúde dos pingüins, a dupla foi integrada ao grupo de moradores do pinguinário, que agora é composta por 22 aves.

O pingüinário é uma das atrações mais queridas do público e dos estudantes que visitam a Sabina, bem como a réplica em tamanho natural de um Tyranossauro Rex, o robô de um Ceratossauro, dinossauro que se movimenta e emite sons, além do famoso Gerador de Van der Graaf, que deixa os cabelos em pé.

PINGÜINS DE MAGALHÃES

Os Pinguins de Magalhães (Spheniscus magellanicus) são aves marinhas com o corpo adaptado para viverem na água. Não voam, e têm suas asas modificadas em nadadeiras. São animais com aproximadamente 70cm de altura e pesando cerca de 5kg.

Esta espécie de pinguim vive em uma zona de clima temperado, podendo sofrer variações na temperatura do ambiente de 7 a 35ºC. Sendo encontrada na Patagônia Argentina e Chilena, formando grandes colônias, chamadas de “Pinguineiras”.

É uma espécie que possui dois períodos de vida distintos: a época reprodutiva nos meses de setembro a março, em que forma casais monogâmicos, a fêmea coloca 2 ovos em ninhos construídos em tocas ou aos pés das árvores.

No período não reprodutivo, eles saem em busca de alimento se aventurando por distâncias mais longas, podendo chegar ao nosso litoral sudeste, buscando peixes, lulas e pequenos crustáceos. Normalmente vivem em grupos de 20 ou mais indivíduos. É nesta ocasião que eles são encontrados, muitas vezes fracos, debilitados e necessitando de cuidados. Estes animais são encaminhados a Centros de Reabilitação de Animais Marinhos, e após estabilizados são levados para instituições que possam utilizá-los como forma de Educação Ambiental e pesquisa para melhor conhecimento da espécie como a Sabina Escola Parque do Conhecimento.

Serviço

Sabina Escola Parque do Conhecimento de Santo André

Endereço: Rua Juquiá, s/nº, bairro Paraíso (entrada na altura do nº 135)

Ingressos: Grátis para alunos e professores das escolas municipais de Santo André, para crianças menores de 5 anos e pessoas com deficiência. Demais visitantes: R$ 10, com meia entrada para estudantes, professores, servidores públicos andreenses, aposentados e idosos acima de 65 anos.

Horário de funcionamento: de terças às sextas-feiras, das 8h30 às 16h30 para grupos e escolas agendadas; e aos sábados, domingos, feriados e durante as férias escolares, das 12h às 18h, com fechamento da bilheteria às 17h

Informações: (11) 4422-2001 ou pelo site www.santoandre.sp.gov.br/sabina

Tópicos

  • Publicado: 08/02/2012 17:01
  • Alterado: 08/02/2012 17:01
  • Autor: Paola Zanei
  • Fonte: SECOM PSA