Rota Mogiana terá 36 km de ciclovias no interior de SP
Rota Mogiana terá 36,9 km de ciclovias no interior paulista e prevê melhorias para pedestres e passageiros em 520 km de rodovias concedidas por 30 anos
- Publicado: 31/10/2026 10:42
- Alterado: 31/10/2026 10:42
- Autor: Carlos Enriki
- Fonte: Assessoria
As estruturas na Rota Mogiana serão distribuídas em dois eixos rodoviários. Na SP-107, a Rodovia Prefeito Aziz Lian, estão previstos 25,1 quilômetros de ciclovias, passando por Artur Nogueira, Holambra, Jaguariúna e Santo Antônio de Posse.
Já na SP-342, Rodovia Governador Adhemar Pereira de Barros, serão implantados outros 11,8 quilômetros, no município de Águas da Prata.
As intervenções serão realizadas em diferentes etapas da concessão e devem atender tanto aos deslocamentos cotidianos quanto ao cicloturismo, principalmente em trechos próximos às áreas urbanas.
Projeto prevê levantamento de rotas e pontos de risco
Antes de definir as intervenções, a concessionária deverá realizar um levantamento dos principais fluxos utilizados pelos ciclistas. O trabalho inclui contagens, identificação de locais com maior demanda e mapeamento de situações de risco.
O planejamento também deverá considerar a conexão com estruturas cicloviárias já existentes, além das condições de circulação nos acostamentos e nas vias marginais.
Concessão prevê melhorias na rota Mogiana para pedestres e passageiros
O programa de obras também contempla medidas de segurança e acessibilidade para pedestres e usuários do transporte coletivo. As intervenções em passarelas e travessias deverão incluir melhorias na iluminação e na acessibilidade, além da integração com caminhos de pedestres e pontos de ônibus.
O contrato prevê 135 pontos de ônibus, com melhorias nas condições de acesso, embarque e desembarque. A prioridade será atender especialmente as áreas próximas aos perímetros urbanos dos municípios abrangidos pela concessão.

Outro item do projeto é a implantação de 96 quilômetros de vias marginais e 151 dispositivos de acesso e entroncamento. As estruturas deverão melhorar as conexões entre as rodovias e as áreas urbanas, separando o tráfego local dos deslocamentos de longa distância.
As obras seguirão os prazos e as condições estabelecidos no Plano de Obras e Investimentos (POI), com acompanhamento e fiscalização da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp).