Prefeitura de Santo André intensifica ações de desratização

Trabalho educativo aliado a ação em vielas, córregos, terrenos e encostas é decisivo no controle dos roedores

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Controlar e exterminar os roedores de áreas vulneráveis da cidade. Esse é o foco das operações de desratização que a Prefeitura de Santo André, por meio do Departamento de Vigilância à Saúde (DVS), promove em toda a cidade. A Secretaria de Saúde desmembra o município em regiões e alia o trabalho educativo ao de combate aos ratos, principalmente em vielas, córregos, terrenos, encostas e núcleos habitacionais.

A partir do próximo dia 17 de setembro, a Vila Metalúrgica irá receber equipes do DVS para os trabalhos de desratização. Na sequência, Gamboa, núcleo Maurício de Medeiros, Dom João III e Capuava serão os contemplados. Em 2011, foram 793 locais visitados e 2.355 desratizações. Neste ano, até junho, foram 393 locais visitados e outros 982 desratizados. Confira abaixo o calendário completo com os dias e locais onde as equipes do Departamento de Controle de Zoonoses vão atuar no trabalho decisivo no combate aos roedores.

Setembro-

17-Vila Metalúrgica (Ciganos) – Gamboa

18-Maurício de Medeiros – Dom João III

20-Capuava – Capuava Unida

21– Ipiranga I – Ipiranga II – Padre Adrianus – Sarapui

24 – Jardim Sorocaba

25 – Vila Suíça (Nautilus, Laplace, Titan)

27 – Sacadura Cabral – Xingu Piscinão/ Bom Pastor

28 – Pedro Américo – Homero Thon – Nova Centreville – Espírito Santo I e II

Outubro

1 – Jardim Cristiane – Taioca/ Caiubi

2 – Apucarana – São Sebastião – Jardim Primavera/ Haras – Amoritas

4 – Jardim Santa Cristina I, II e III

Agentes de controle de Zoonoses devidamente uniformizados realizam trabalho educativo com os moradores e entregam material impresso para alertar sobre a diferença entre o chamado rato de telhado e a ratazana, a não utilização de produtos tóxicos, como o chumbinho, o acondicionamento correto de alimentos, lixo e entulho, além das doenças causadas por infestação de ratos, como a leptospirose.

Saúde pública

Os ratos são um problema de saúde pública nos grandes centros urbanos. A OMS (Organização Mundial de Saúde) estima que existam mais de 9 bilhões destes roedores pelo mundo, e eles são responsáveis não só pela perda de lavouras, mas, principalmente, pela transmissão de diversas doenças que podem ser fatais ao ser humano, como a leptospirose, hantavirose e até a peste bubônica, um grande mal que matou mais da metade da população européia durante a Idade Média.

Não tão distante de nós, os ratos continuam a trazer grandes problemas à sociedade. Para se ter ideia, segundo levantamento da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, cerca de 20% dos 3,3 milhões de imóveis existentes na capital paulista tinham presença dos animais, principalmente os localizados na periferia do município. Em épocas de chuvas, os centros urbanos ficam sujeitos a enchentes, o problema cresce e a preocupação com a transmissão da leptospirose também.

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  • Publicado: 06/09/2012 22:03
  • Alterado: 06/09/2012 22:03
  • Autor: Daniel Betega
  • Fonte: SECOM PSA