Pneus, Pátria e Família… agora e na hora de vossa morte
Política nacional com ironia destilada: para rir, chorar ou arrumar briga no grupo da família. Leia por sua conta e risco
- Publicado: 16/08/2025 08:00
- Alterado: 15/08/2025 22:40
- Autor: João Pedro Mello
- Fonte: ABCdoABC
Começa agora seu boletim semanal de sábado de manhã sobre o absurdo da política, onde o humor é tão ácido que corrói até promessa de campanha. Aqui, a ironia dispensa o cafezinho, pois é servida pura e sem filtro, porque, convenhamos, se não encontrarmos defeito até numa semana perfeita, o universo pode até começar a duvidar do nosso talento nato pro mal humor. E, convenhamos, nesta pátria, isso seria quase um ato de traição nacional. Então nada como uma dose extra de insatisfação pra não deixarmos o narcisismo alheio passar batido, né? Até porque, convenhamos, seria um desperdício deixar tanta genialidade sem roteiro, certo? Afinal, se a política brasileira parece texto de comédia pastelão, não é só coincidência: é arte imitando o gif ou “stand-up” sem holofote, acidez destilada para quem já desistiu de entender política ou prefere debater meme achando que café sem açúcar é rebelião gourmet.
Prepare-se: aqui, compromisso é igual promessa de político em contrato assinado, ou seja, sorriso a prestação (de humor a contragosto político). Sejam bem-vindos, lulers, bolsoners ou haters, se ajeitem no sofá e fiquem à vontade para amar, mas principalmente odiar, porque sim, nós queremos vocês também!
Então se a realidade bate à porta, a gente finge que não tem ninguém, ainda mexe na cortina, apaga a luz e faz meme com o carteiro, só pra garantir que o deboche não perca o timing. Afinal, transformar o absurdo em riso é nosso esporte favorito; e se rir não resolver, pelo menos rende uns compartilhamentos em grupos de WhatsApp indignados.
Abacaxi do Amor: Descasque-me Se For Capaz!
Montanha-russa de tarifaço, pitadas de cinismo e o Brasil descascando o abacaxi — tudo sob o olhar atento de cada meme diário
Se você piscou e a semana passou — porque, claro, é impossível acompanhar Brasília sem entrar em transe hipnótico entre um meme político e outro. Ajeita aí a coluna — ou se for o caso, já pega logo o banquinho — porque agora vem aquele resumão maroto dos “principais destaques” da Capital Federal: onde notícia boa é igual visita de sogra educada, todo mundo diz que existe, mas ninguém nunca viu nem de binóculo. Prepare-se: é o momento em que Brasília vira stand-up de terror e os fantasmas da honestidade só aparecem em sessão espírita, de preferência à meia-noite e com censura livre pra promessas de campanha.
AVISO: se faltou aquela pipoquinha, corre pra buscar, pois aqui o circo tá mais armado mais que armado que a Bancada da Bala.
Prólogo
Ditadura
Imagine a cena: Bolsonaro acorda, faz um pãozinho com leite condensado, dá aquela olhadinha básica no Rolex, assina a compra de mais um imóvel com dinheiro vivo, passa na “feira” e ganha um colarzinho de joias para a esposa. O retrato da humildade — só que não. É ou não é o “homem do povo”? Só faltou pegar fila no SUS.
Começou a tal “ditadura” no Brasil, essa mesmo, onde todo mundo tem liberdade pra falar o que bem entender, seja fofoca de feira, teoria de conspiração ou reclamação de vizinho no grupo do zap. Que regime opressor é esse, afinal, onde a censura só atinge quem esqueceu a senha do “X” (antigo Twitter)? A galera grita “cala boca já morreu”, mas, curiosamente, só é silenciado quem não consegue viralizar a corrente do Telegram. Ditadura de quê, de meme ou textão?
O Choro é Livre, Bolsonaro Não
O baile de máscaras terminou e as luzes se acenderam. E ali, bem no meio do salão, jaz Jair, parecendo adolescente com espinha sozinho em festa de formatura, mais parado que carne em promoção no fim de feira. Do lado de fora, os coleguinhas acorrentados e de boca tampada feito dieta em carne de segunda (feira).
Com o pranto solto, esse sim, é livre, leve solto pelo congresso. Já Bolsonaro, esse aí, tá mais preso que Wi-Fi de rodoviária: prisão domiciliar, não de ventre — embora, pelo drama, às vezes até pareça. Então pergunto novamente, e agora, Jair, cadê o hospital pra aquele clássico check-in de fuga em corpo com histórico de atleta? Quando a vergonha faz do tornozelo seu troféu de honra, só mesmo o calcanhar de Aquiles pra lembrar que até herói de mil golpes tem sua promoção relâmpago no departamento de tragédias.
Até porque, convenhamos, nada mais épico que ostentar luzinha no tornozelo com a mesma pompa de quem exibe a medalha de “imbrochável” — afinal, é assim que morre um mito, estirado e hasteando em bandeira estrangeira, enquanto pede revisão de gol contra o seu próprio cuspe pra cima. E agora, o que lhe resta, é quase sempre o medo dentre o fruto do vosso ventre, Jair. Assim, o que será de um pasto sem um “Messias” pra chamar de seu? Não seria de estranhar que o melhor slogan seja: Pneus, Pátria e (minha) Família, agora e na hora de vossa morte, amém.
Aliás, quem viu a fofoca da semana passada? De que é melhor já ir se despedindo do próximo churrasco de domingo do condomínio, pois a galera da prisão gourmet, tá doida pra mandar um: “você foi removido do grupo”, e isso sem o aval do carcereiro, ops…síndico. E agora, Jair? Parece nome de filme, tipo:
“Como perder a faixa, o Green Card e ainda ser bloqueado do grupo do zap do condomínio?” — não sei vocês, mas eu ri.
E falando sério, mas nem tanto — porque seriedade nunca foi exatamente o forte por aqui — bora começar?
Caro leitor, se você aguentou até aqui, parabéns mesmo. Você é um verdadeiro gladiador do absurdo nacional, sobrevivente de textão — esteja pronto para encarar correntes do zap sem pestanejar.
O Início
O presidente Lula vive uma montanha russa de popularidade de dar inveja ao “Hopi Hari”: altos, baixos e, no final, quem passa mal é o povo. Sua demora em decidir os pacotes contra o tarifaço azedou (e muito), o tal “abacaxi do amor”. O fruto já está quase virando compota dietética para ver se engole goela abaixo, seria essa a última moda do governo?
Os últimos números do Datafolha, demostram que a maré subiu e desceu, mas o Barba segue lá, na briga de 40% da galera reprovando, 29% dizendo que é bom, e o resto em cima do muro, provavelmente esperando o próximo meme para decidir. Na rodada anterior era quase igual, mas com 1% a mais de esperança — pode ter sido só o estagiário do instituto que apertou o botão errado. E 1% sem opinião? Esses são os verdadeiros sábios, porque em terra de tarifaço e abacaxi, quem cala consente ou perde tempo em dancinha de TikTok.
A semana começou com destaques para conservadorismo cristão. Um queridão “mal diagramado de IA” — que “só” queria passar o caminhão de lixo pra não se atrasar pra academia, fez o que já esperamos destes tipos. Dos filhos deste solo és mãe gentil — é assim, na “pátria” que te pariu, num cenário onde Porsche é “Uber VIP de Menino Mimado”, ou mendigo queimado feito gari atrasado, que leva bala pra agilizar o “cárdio-puxa-ferro” em cidadão de bem. Rotina? Talvez, mas não termina aí. Depois leva o doguinho pra passear, turbina os stories e se senta na poltrona de couro para fabricar estatística fresquinha de ar-condicionado no talo — tudo regado ao suco de impunidade à la tupiniquim, servido com hashtag #vidaNormal.
É um misto de tristeza e revolta esse vai e vem de normalizar o anormal. Matar um gari por motivo torpe, sério isto? Para o “galerê” da bancada da “bala evangélica”, parece só mais uma terça-feira na avenida da impunidade, onde músculo cresce e consciência desaparece. Acho que é assim o que se cria “macho” que bate na delegada-esposa, e depois bate no peito, gritando “Deus acima de tudo” — é conservadorismo raiz, fruto de um dedo podre no apertar na urna que enoja a gente (humana). Se antes era só “cafonérrino”, uns querendo que tu aceite Jesus, agora dá ânsia quando te obrigam a aceitar o Bolsonaro”. Eu gostava bem mais do filho do carpinteiro, era mais “gente como a gente” — até porque, de Messias, o Congresso tá cheio! E falando em palco, quem assistiu o Malafaia, o santinho do pau oco “blindado”, agora tá sentindo o friozinho da PF no cangote. Ironia ou justiça divina delivery?
E falando em tirar o lixo de circulação? Pois, então: o prefeito de São Bernardo tá de férias coletivas, ganhou upgrade de pulseirinha no tornozelo, quase um brinde de luxo (cortesia da Polícia Federal). A Operação Estafeta bombou mais que promoção de Black Friday, caçando corrupção e lavagem de dinheiro com aquele charme que brasileiro adora, mais que novela de Manoel Carlos. Assim, a senhora PF madrugou bem cedinho, prendeu dois, fez 20 buscas e limpou até o extrato da galera do ABC paulista. E tudo porque, acharam um servidor público com R$ 14 milhões no bolso — ele “supostamente”, confundiu o banco com a carteira, e quase abriu uma casa de câmbio. Sabe como é, Brasilzão raiz!
Do lado de lá, o presidente da Câmara faz cara de paisagem e diz que não tem “clima pra anistiar quem planejou matar gente”. Hugo Motta teve que desenhar o básico, porque essa turma só entende português depois do Google Tradutor — e olhe lá! No fim das contas, interpretar texto virou fake news gourmet e matéria obrigatória na escola das vozes da própria cabeça S/A, com selo de aprovação do “clubinho da verdade cristã”.
Enquanto Tarcísio fazia drama cobrando Lula pra ligar pro Trump, poderia ter economizado e pedir pro Eduardo Bolsonaro parar de sabotar SP e Brasil. Mas parece que o esporte agora é ver quem gasta mais créditos em ligação internacional. E olha que, se Lula ligar pro Laranjão, é cilada certa, pior que a do Bino! Em vez disso, o barbudo virou atendente de telemarketing do BRICS: falou com Modi (Índia), Putin (Rússia), Xi Jinping (China). No fundo, a ideia é criar um grupo do zap pra tentar dar block nos tarifaços do Laranjão. O homem virou call center global!
Na terra da “liberdade de expressão” — onde o espelho só reflete o que convém, a transparência é seletiva a depender do ângulo de quem olha, — o Secretário de Defesa dos EUA solta vídeo sugerindo que “mulher votando tem que acabar”. Enquanto isso, funcionário pelo Brasil afora ganha férias coletivas pra não ser demitido no tarifaço — pois nada mais democrático que desemprego com desconto no plano de internet.
Enquanto isso, a dupla mais golpista que ligação falsa de sequestro — o “03” junto do nepo- baby de ditador — fazem cosplay de fantasma de novela que sussurra em ouvido de gringo. De modo indiscriminado, apontam a mira do canhão para a própria nação — mas agora em especial —, estrelando o novo alvo da vez: a esposa do “Careca da Capa Preta Esvoaçante”. Assim, do absoluto nada, surge um relatório (encomendado pelo Laranjão), transformando política em espetáculo. Aqui, discordar do churrasco barbecue — de yankee filho da (a)pátria(da) — é o suficiente para ser espetado feito carne malpassada. Agora, restam apenas mais algumas tachinhas para nos sentarmos na cadeira desse freak show — viram só o que se pode causar em um povo que vive sem um café fresquinho pra chamar de seu?!
Já quando chega a vez dos aliados, o relatório vira série teen, com direito aos armários de high school e corredor de vencedores, enquanto loosers se tornamatiradores de massacres do cotidiano. Enquanto isso, no banheiro de um trailer alugado, uma menina — se corta escondida —, líder de torcida ao planejar o bullying semanal de jovens calouras no apagar da sua santidade no banco de trás de um carro esporte (pra alegria do capitão do time da bola oval). Até parece real, né? Relaxa que é tudo parte de uma Party in the USA — onde se omitem crises humanitárias aqui, suavizam-se escândalos ali, e de repente El Salvador e Israel parecem resorts all inclusive, onde tudo é perfeito e a felicidade é obrigatória por decreto.
Não muito longe dali, Davi Alcolumbre, no melhor estilo “promessa de réveillon”, jura de dedinho que vai instalar não uma, nem duas, mas três CPIs: INSS, pedofilia e crime organizado. É CPI a rodo, cardápio democrático: tem pra todos os gostos nesse “efeito Felca” do “leve três e ganhe direito ao resultado zero com brinde de panetone vencido”. A gente sabe que CPI por aqui é tipo novela das nove: começa barulhenta, termina em pizza e no fim, vilão vira crente arrependido e campeão de votos do país. No Senado, esperança é cartaz velho: descola, cai e ninguém recolhe.
E o Laranjão que disse que o Brasil é parceiro ruim, mas logo foi desmentido pelo Barbudo. Vindo do país que só acorda depois do nosso café é engraçado ver essa criança jogando o seu próprio “War de Tarifas” particular. Até parece que faltou açúcar no Starbucks do amigão do Epstein. Ironia? Só se for no expresso. A troca de farpas internacional marca uma relação que vem piorando a cada semana, e tudo pra anistiar o “bandido bom”, que agora é bandido que gosta de foro privilegiado. Em meio a tanta maluquice, o Barbudo não engoliu quieto: desmentiu às fake news do Laranjão. E assim o bate-boca internacional virou guerra de memes entrelaçada feito episódio ruim de reality show, com o Mister Cheetos “confundindo” o Brasil com ditadura por causa do crush na família Bolsonaro. Seria crise diplomática ou só falta de circulação nas ideias do gringo? É sério, ou a pressão no inchaço das pernas subiu pros neurônios?
Ironia da semana: Laranjão confirma 10 anos de cana pra quem picha monumento, inafiançável, justo na semana em que defende a galera que fez igualzinho no Brasil. É tipo querer punir rabisco em estátua, mas liberar quem desenha mural na vizinhança. Nem os números do Léo Lins rendem tanto riso quanto esse timing de comédia! Claquete: risadas na audiência.
Em um Brasil, onde política e novela se misturam tanto, que até Andressa Urach virou suspeita de “gêmea boa” da ex-primeira-dama no multiverso do role aleatório. Enquanto isso, bispo Eduardo Costa resolve ser cosplay de Julia Roberts em “Uma Linda Mulher”, ao desfilar a noite de calcinha azul e peruca loira. Assim temos o novo crossover de “Deus, Pátria, Peruca e Calcinha”. Moral da história? Aqui, o humor político só tira férias pra trocar de peruca no camarim do picadeiro.
Transparência ali só existe nos vitrais do copo pra bebida de adulto, a depender do grau — mas se for de vidro, talvez até enxergue um argumento válido boiando em uma pint irlandesa. Parece até piada, se não vejamos — dois presidentes americanos entram no bar do Salão Oval: um traz na pasta uma Lei com a promessa de justiça cegueta, enquanto o outro corre atrás da estagiária escondida com a lista secreta debaixo do braço, qual o nome do filme?
Escolha você caro leitor, eu prefiro a resposta poética da persistente (in)certeza num gole de café, bem mais que em bar do poder, onde a justiça é ice e um escândalo, tão forte quanto ressaca de encolher os dedos do pé no pós whisky. Assim entra Lewinsky no corpo do copo e sai Magnitsky vestido de luto no gelo, mas se Epstein da conta final. Pois nesse mundo, tudo de verdade se dissolve — em cada gole, uma ironia on the rocks.
Por fim, nesse modo louco, enquanto as notícias se misturam com memes e o roteiro político brasileiro dá voltas, nosso espetáculo tem sempre direito a patrocínio de multinacional antirressaca. Mas calma lá, leitor: se no Brasil a piada se escreve sozinha, no palco global ela ganha dublagem simultânea com efeitos especiais de quinta categoria. Entre ligações internacionais, CPI’s de panetone, cosplay político e memes presidenciais, a certeza é só uma: o roteiro é sempre inédito, mas o final, ah… bom, esse a gente já viu. Assim, a cortina se fecha, o público aplaude, mas no fundo, todo mundo sabe que semana que vem tem reprise e o roteiro — senta que lá vem mais história…
É assim que funciona por aqui, troca-se o nome dos atores, muda-se a cor da gravata, mas a palhaçada continua — cada um com sua peruca, sua taça e sua “transparência” servida no copo errado. Pois no fim, enquanto uns brindam com café, outros afogam mágoa no whisky. E o povo? Esse segue esperando a próxima temporada. Mas se tudo termina em pizza, ao menos que sobre piada pra gente no final de noite, no boteco. Porque, no frigir dos memes, aqui — “verdade”, só existe na amargura no fundão do copo. E como a espuma, é a primeira a sumir: Saúde, Brasil: a próxima rodada é por nossa conta!
João Pedro Mello

𝐏𝐞𝐫𝐟𝐢𝐥 𝐞𝐦 𝐕𝐞𝐫𝐬𝐨𝐬: à 𝐥𝐚 𝐋𝐞𝐦𝐢𝐧𝐬𝐤𝐢 (𝐉. 𝐌𝐞𝐥𝐥𝐨)
𝘌𝘯𝘵𝘳𝘦 𝘱𝘢𝘭𝘢𝘷𝘳𝘢𝘴, 𝘵𝘦𝘭𝘢𝘴 𝘦 𝘴𝘢𝘶𝘥𝘢𝘥𝘦𝘴 (𝘦)𝘵𝘦𝘳𝘯𝘢𝘴
𝚅𝚒𝚟𝚎 𝚍𝚎 𝚙á𝚐𝚒𝚗𝚊𝚜, 𝚍𝚎 𝚕𝚒𝚗𝚑𝚊𝚜 𝚎𝚖 𝚋𝚛𝚊𝚗𝚌𝚘,
𝚓𝚘𝚛𝚗𝚊𝚕𝚒𝚜𝚝𝚊 𝚏𝚘𝚛𝚖𝚊𝚍𝚘 𝚗𝚊 𝚏𝚘𝚖𝚎 𝚍𝚘 𝚎𝚗𝚌𝚊𝚗𝚝𝚘.
𝚎𝚜𝚌𝚛𝚎𝚟𝚎 — 𝚙𝚊𝚛𝚊 𝚘𝚞𝚝𝚛𝚘𝚜, 𝚙𝚊𝚛𝚊 𝚜𝚒 𝚎 𝚙𝚊𝚛𝚊 𝚘 𝚝𝚎𝚖𝚙𝚘 𝚚𝚞𝚎 𝚙𝚊𝚜𝚜𝚊,
𝚝𝚊𝚕𝚟𝚎𝚣 𝚗ã𝚘 𝚙𝚛𝚘𝚌𝚞𝚛𝚎 𝚜𝚎𝚛 𝚜𝚊𝚗𝚝𝚘 𝚎𝚖 𝚌𝚊𝚜𝚝𝚎𝚕𝚘 𝚍𝚎 𝚐𝚛𝚊ç𝚊.
𝚝𝚊𝚕𝚟𝚎𝚣 𝚜ó 𝚜𝚎 𝚙𝚎𝚛𝚌𝚊 𝚎𝚖 𝚙𝚊𝚕𝚊𝚟𝚛𝚊𝚜 𝚍𝚎 𝚙𝚛𝚊𝚗𝚝𝚘 𝚊𝚖𝚊𝚛(𝚎𝚕𝚘) 𝚍𝚊𝚜 𝚝𝚛𝚊ç𝚊𝚜
𝙳𝚎 𝚋𝚊𝚗𝚍𝚊𝚜, 𝚙𝚛𝚘𝚓𝚎𝚝𝚘𝚜, 𝚙𝚘𝚎𝚝𝚊 𝚎𝚖 𝚙𝚘𝚎𝚒𝚛𝚊,
𝚍𝚎 𝚋𝚕𝚘𝚐𝚜, 𝚗𝚘𝚝í𝚌𝚒𝚊𝚜, 𝚍𝚎 𝚛á𝚍𝚒𝚘 𝚎𝚖 𝚋𝚎𝚜𝚝𝚎𝚒𝚛𝚊
𝚊𝚜𝚜𝚎𝚜𝚜𝚘𝚛 𝚍𝚎 𝚏𝚘𝚗𝚎𝚖𝚊𝚜 𝚎𝚖 𝚙𝚘𝚍 (𝚜𝚎𝚖) 𝚌𝚊𝚜𝚝 𝚟𝚒𝚟𝚒𝚊,
𝚌𝚒𝚗𝚎𝚖𝚊 𝚙𝚞𝚕𝚜𝚊𝚗𝚝𝚎 𝚗𝚘 𝚙𝚎𝚒𝚝𝚘 𝚎𝚖 𝚌𝚊𝚍𝚎𝚒𝚛𝚊 𝚟𝚊𝚣𝚒𝚊.
𝚊𝚜𝚜𝚎𝚜𝚜𝚘𝚛 𝚍𝚎 𝚏𝚘𝚗𝚎𝚖𝚊𝚜 𝚎 𝚗𝚎𝚕𝚎 𝚎𝚍𝚒𝚝𝚊𝚟𝚊 𝚎𝚖 𝚙𝚒𝚗𝚌𝚎𝚕
𝚙𝚊𝚕𝚊𝚍𝚒𝚗𝚊𝚟𝚊 𝚗𝚊𝚜 𝚕𝚎𝚝𝚛𝚊𝚜, 𝚊𝚛𝚖𝚊𝚍𝚞𝚛𝚊 𝚎𝚖 𝚙𝚊𝚙𝚎𝚕,
𝚂𝚎 𝚏𝚎𝚣 𝚜𝚎𝚖 𝚝𝚛𝚘𝚏é𝚞, 𝚌𝚘𝚖 𝚖𝚒𝚜𝚝𝚘 𝚍𝚎 𝚏𝚎𝚕, 𝚌𝚑𝚎𝚐𝚊𝚍𝚊 𝚎𝚖 𝚕𝚒𝚗𝚑𝚊
𝚌𝚘𝚖𝚙𝚘𝚗𝚍𝚘 𝚗𝚊 𝚏𝚛𝚊𝚜𝚎 𝚜𝚎𝚖 𝚏𝚘𝚖𝚎 𝚘𝚞 𝚖𝚊𝚍𝚛𝚒𝚗𝚑𝚊
𝚖𝚊𝚜 𝚊𝚝é 𝚚𝚞𝚊𝚗𝚍𝚘 𝚎𝚜𝚌𝚛𝚎𝚟𝚘? 𝙽ã𝚘 𝚜𝚎𝚒, 𝚗ã𝚘 𝚌𝚘𝚗𝚝𝚘.
𝚝𝚊𝚕𝚟𝚎𝚣 𝚊𝚝é 𝚖𝚘𝚛𝚛𝚎𝚛 𝚍𝚎 𝚜𝚊𝚞𝚍𝚊𝚍𝚎, 𝚝𝚊𝚕𝚟𝚎𝚣 𝚊𝚝é 𝚖𝚘𝚛𝚛𝚎𝚛 𝚍𝚎 𝚎𝚗𝚌𝚊𝚗𝚝𝚘.
𝚂𝚎𝚓𝚊 (𝚎)𝚝𝚎𝚛𝚗𝚘. 𝚂𝚎𝚖𝚙𝚛𝚎