MASP planta árvore de jatobá na Avenida Paulista
O MASP reuniu crianças de funcionários e patronos para a rega de um jatobá de 15 anos plantado em frente ao museu
- Publicado: 15/06/2026 17:20
- Alterado: 15/06/2026 17:44
- Autor: Daniela Ferreira
- Fonte: Assessoria
Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP), promoveu uma ação ambiental na manhã do último sábado (13). O museu celebrou o plantio de uma árvore da espécie jatobá (Hymenaea courbaril) de 15 anos de idade, instalada estrategicamente em frente ao Edifício Pietro Maria Bardi, na Avenida Paulista.
Com cerca de oito metros de altura, o exemplar foi cultivado em um viveiro na cidade de Limeira, no interior paulista, e transportado para a capital por um caminhão munck. A escolha da espécie levou em conta sua alta capacidade de adaptação ao ambiente urbano e o fato de se integrar de forma natural à Mata Atlântica remanescente do vizinho Parque Trianon.
Benefícios Urbanos e Conectividade Ecológica

Nativo da América Tropical, o jatobá é uma árvore presente em múltiplos ecossistemas brasileiros, como o Cerrado, a Amazônia e o Pantanal, além da Mata Atlântica. Na fase adulta em ambiente urbano, a árvore pode atingir 15 metros de altura, com uma expectativa de vida estimada entre 80 e 120 anos.
A introdução da espécie no coração da Avenida Paulista gera impactos ecológicos positivos imediatos para a região:
- Conforto Térmico: Redução localizada de temperatura e ampliação das áreas de sombreamento no piso;
- Biodiversidade: Suas flores funcionam como polos de atração e alimentação para abelhas e outros polinizadores urbanos.
O novo jatobá ocupa o espaço que pertencia a uma antiga paineira-rosa. A árvore histórica, que já existia nos arredores do terreno na época em que o endereço abrigava um imóvel residencial, perdeu o vigor biológico ao longo das décadas e morreu.
Engajamento com as Futuras Gerações
Para celebrar a instalação do jatobá, a primeira rega oficial da muda foi conduzida por um grupo de 30 crianças, com idades entre 3 e 12 anos, pertencentes a famílias de colaboradores internos e de patronos do museu.
“O gesto de plantar uma árvore com as crianças que farão o futuro do Museu e crescerão junto com o jatobá, é uma maneira de criar memória para a futura geração, dar sombra e acolher os nossos visitantes”, ressaltou Paulo Vicelli, diretor de Experiência e Comunicação do MASP.