Getúlio Filho propõe praças sensoriais inclusivas em São Caetano
Getúlio Filho defende espaços públicos acessíveis para pessoas com TEA, com ambientes sensoriais e brinquedos inclusivos
- Publicado: 28/08/2026 10:29
- Alterado: 28/08/2026 10:29
- Autor: Daniela Penatti
- Fonte: CMSCS
O vereador Getúlio Filho (União Brasil) apresentou uma indicação ao Executivo de São Caetano do Sul para a realização de estudos e tratativas visando à implantação de Praças Sensoriais Inclusivas em praças, parques e outros espaços públicos do município.
A proposta é voltada principalmente a pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e, segundo o parlamentar, busca ampliar as políticas públicas de inclusão e acolhimento na cidade.
Getúlio Filho quer ampliar inclusão nos espaços públicos
De acordo com Getúlio Filho, a iniciativa é importante para que os espaços públicos municipais sejam planejados considerando diferentes necessidades da população.
“Dessa maneira, garante-se que os espaços públicos municipais sejam planejados de forma acessível e adequados às diferentes necessidades da população”, justificou o vereador.
A proposta prevê a criação de ambientes planejados para estimular os sentidos de maneira controlada e acolhedora. Entre os equipamentos sugeridos estão painéis táteis, pisos sensoriais, elementos visuais e sonoros adequados, brinquedos inclusivos e áreas destinadas à exploração sensorial.
Praças teriam áreas de descompressão
Outro ponto previsto na indicação são os espaços de descompressão, planejados como locais tranquilos e seguros para auxiliar na regulação emocional durante momentos de sobrecarga sensorial.
Para Getúlio Filho, a estrutura pode contribuir para oferecer mais conforto e acessibilidade às pessoas autistas durante a utilização de áreas públicas.
Além dos benefícios relacionados ao desenvolvimento cognitivo, motor, emocional e social, a proposta também busca estimular a conscientização da sociedade sobre a importância da inclusão e do respeito à neurodiversidade.
“A iniciativa contribuirá não apenas para o desenvolvimento cognitivo, motor, emocional e social das pessoas autistas, mas também para a conscientização da sociedade sobre a importância da inclusão e do respeito à neurodiversidade”, finalizou Getúlio Filho.