Escola do Futuro em São Roque recebe investimento de R$ 18 mi do Governo de SP
Parceria entre prefeitura de São Roque e Desenvolve SP garante estrutura de ponta, robótica e ensino bilíngue para 900 alunos da rede.
- Publicado: 05/05/2026 07:17
- Alterado: 05/05/2026 07:17
- Autor: Thiago Antunes
- Fonte: Agência SP
O Governo de São Paulo destinou R$ 18 milhões para a estruturação da 1ª Escola do Futuro no município de São Roque. A agência de fomento Desenvolve SP viabilizou o investimento financeiro em conjunto com a administração municipal. Essa injeção de capital assegura a construção e o equipamento da nova unidade tecnológica no Distrito de Maylasky.
O complexo educacional engloba 8 mil metros quadrados de área construída. O espaço tem capacidade para atender mais de 900 crianças e adolescentes da região. A proposta central da iniciativa visa transformar a aprendizagem pública estadual por meio da imersão digital e do modelo bilíngue.
O impacto da Escola do Futuro na rede pública paulista
A infraestrutura recém-inaugurada rompe com o padrão tradicional das salas de aula. Estudantes contam agora com ambientes totalmente interativos e um espaço maker dedicado exclusivamente a projetos de robótica. O governador Tarcísio de Freitas destacou a relevância dessa mudança estrutural.
“O que estamos implantando aqui é um novo conceito de educação pública, com inclusão, ensino bilíngue e uso intensivo de tecnologia na formação. O modelo desenvolvido em São Roque é exemplar e deve inspirar outras cidades.” afirmou o governador Tarcísio de Freitas..
Dois contratos distintos financiaram as obras iniciadas em 2023. A prefeitura utilizou R$ 5 milhões do crédito estadual para levantar as paredes do novo prédio. O segundo aporte de R$ 13 milhões bancou a aquisição imediata do mobiliário escolar e dos laboratórios da Escola do Futuro.
Acessibilidade e otimização do dinheiro público
O projeto arquitetônico priorizou a mobilidade irrestrita em todos os acessos. Elevadores e rampas integram os pavimentos para garantir a inclusão de alunos e profissionais da educação. A abertura deste complexo também aciona um gatilho financeiro favorável para o município.
A prefeitura vai desocupar imóveis alugados de forma progressiva. O encerramento das atividades no Sítio Alabama, antiga sede da EMEF Tibério Justo da Silva, ilustra essa reorganização logística.
Os ganhos diretos dessa transição incluem:
- Economia anual projetada em quase R$ 400 mil com o fim dos aluguéis.
- Centralização do corpo docente em um polo educacional unificado.
- Ampliação da oferta esportiva com quadra poliesportiva e anfiteatro moderno.
A verba poupada retorna para a manutenção da própria rede municipal de ensino. Essa nova dinâmica financeira demonstra como o investimento inteligente gera caixa no longo prazo. O modelo adotado consolida a Escola do Futuro como uma referência de gestão pública eficiente em São Paulo.