Edison Parra quer ampliar acesso à micropigmentação mamária
Edison Parra apresenta proposta em São Caetano do Sul para garantir micropigmentação da aréola mamária a mulheres que passaram por mastectomia
- Publicado: 25/08/2026 08:38
- Alterado: 25/08/2026 08:38
- Autor: Daniela Penatti
- Fonte: CMSCS
O vereador Edison Parra (Podemos) apresentou um projeto de lei que prevê a realização de procedimentos de micropigmentação da aréola mamária para mulheres que passaram por mastectomia em São Caetano do Sul. A matéria autoriza o município a celebrar contratos, convênios ou outros ajustes necessários para viabilizar o atendimento, inclusive em parceria com o Sistema Único de Saúde (SUS).
A proposta é destinada a mulheres submetidas à retirada total ou parcial da mama durante o tratamento contra o câncer de mama. Segundo Edison Parra, além do sofrimento físico e emocional provocado pelo tratamento, a perda da mama pode afetar profundamente a autoestima.
“Além do sofrimento físico e emocional do tratamento, a perda da mama pode afetar profundamente a autoestima da mulher. A reconstrução da aréola contribui para resgatar a confiança e a qualidade de vida dessas pacientes”, justificou o parlamentar.
Edison Parra destaca impacto na autoestima
Na justificativa do projeto, Edison Parra citou dados segundo os quais uma em cada cinco mulheres com câncer de mama submetidas à mastectomia perde a aréola mamilar.
O parlamentar ressaltou que a micropigmentação tem finalidade estética e pode contribuir para a recuperação da autoestima de mulheres que passaram pela retirada parcial ou total da mama.
Procedimento pode ser incluído em parcerias com o SUS
Edison Parra também destacou as características do procedimento, classificado por ele como simples, rápido e praticamente indolor. A proposta prevê que o município possa estabelecer os instrumentos necessários para oferecer a técnica às pacientes, inclusive por meio de parceria com o SUS.
“Garantir o acesso a essa técnica é uma forma de contribuir para a recuperação da autoestima e o bem-estar das mulheres que passaram pela mastectomia”, concluiu Edison Parra.