CIESP SBC pesquisa a construção de um Parque Tecnológico
Departamento de Tecnologia do CIESP SBC visita o Parque Tecnológico de Sorocaba
- Publicado: 21/03/2013 16:25
- Alterado: 21/03/2013 16:25
- Autor: Redação
- Fonte: CIESP SBC
Crédito:
No dia 20 de
março o DETEC – Departamento de Tecnologia da Informação do CIESP SBC levou um
grupo formado por empresários e professores universitários para conhecer o
Parque Tecnológico de Sorocaba. A visita faz parte da pesquisa que está sendo
realizada para a construção de um Parque Tecnológico nos mesmos moldes na
cidade de São Bernardo do Campo.
O Parque
Tecnológico de Sorocaba (PTS) é um ambiente criado para atrair e acomodar
empresas intensivas em tecnologia, instituições de ensino e pesquisa, assim
como empresas de consultoria ou organizações, públicas e/ou privadas, que
possam oferecer serviços de apoio técnico e de mercado. Desta forma, o PTS
facilitará, às partes interessadas, o acesso ao conhecimento bem como ao
mercado, pela aproximação com possíveis desenvolvimentos e inovação tecnológica
assim como oportunidades comerciais, em nível nacional e internacional.
O grupo do
DETEC foi recebido pelo Diretor de Operações Técnicas do PTS, Mario Tanigawa e,
após uma apresentação, conheceu a estrutura do espaço.
Segundo o
coordenador do DETEC, Jorge Alberto Corso, o objetivo da visita foi conhecer o
funcionamento do local: “É importante vermos de perto esse tripé: universidade,
empresa e governo e como ele pode criar um ciclo proveitoso onde a inovação
tecnológica é o foco.
Marcos Liron,
diretor executivo da Quantum Group, afirmou: “Conhecendo a estrutura de
Sorocaba, podemos pensar em ideias para o nosso parque, podemos, por exemplo,
destinar um espaço para laboratórios de certificação, onde em parceria com o
INMETRO, as empresas possam testar seus produtos”.
Para Cláudio
Barberini Junior, 2º vice diretor do CIESP SBC, a criação de um Parque
Tecnológico trará desenvolvimento para a região do grande ABC: “Atualmente
temos diversas empresas e instituições que têm seus laboratórios e realizam
seus estudos separadamente. O ideal é que essas pessoas compartilhem seus
conhecimentos, pois com essa união a indústria passa a dar demanda para os
laboratórios e, através da pesquisa, será possível desenvolvermos um produto
comercial que trará resultados e é essa troca que gera o desenvolvimento.”
Rômulo
Albuquerque professor de da FATEC de São Bernardo, destacou a importância da
parceria entre escola e empresa: “É através dessa união que podemos gerar
inovação tecnológica”.