Câmara aprova Lei de Diretrizes Orçamentárias de São Bernardo
Documento enviado pela Prefeitura foi aprovado sem alterações pela casa legislativa
- Publicado: 23/05/2013 17:26
- Alterado: 23/05/2013 17:26
- Autor: Alexandre Postigo
- Fonte: PMSBC
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A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de São Bernardo para 2014 foi aprovada pela Câmara Municipal na quarta (22). Não foram feitas alterações no documento, que prevê um orçamento de R$ 4,5 bilhões, entre recursos da administração direta e indireta. Os maiores investimentos serão em educação e saúde, com cerca de R$ 849 milhões para cada uma das áreas.
Parte dos recursos de saúde irão para a operacionalização e início dos trabalhos do novo Hospital de Clínicas, que está sendo construído na região do Alvarenga, manutenção dos outros hospitais municipais, ampliação das equipes de atendimento domiciliar e para reformas e ampliações de outras unidades de saúde.
Na educação, os recursos serão usados, entre outras coisas, para a manutenção dos principais programas da Administração – como merenda diferenciada e transporte escolar – e a construção de novas escolas.
Para a área de urbanismo, que contempla também as obras em drenagem e combate às enchentes, serão destinados cerca de R$ 647 milhões.
Também está previsto no documento o investimento de cerca de R$ 533 milhões em mobilidade urbana em obras como a construção de corredores e terminais de ônibus e um conjunto de projetos de integração viária.
Segundo o prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho, mesmo com um bom orçamento, é preciso ter pé no chão para a realização dos projetos. "A parceria com o governo federal para a consolidação dos projetos é muito satisfatória e temos a expectativa de melhorar a parceria com o governo do estado", destacou o prefeito.
Gestão Participativa – Para elaborar a LDO, os técnicos da Prefeitura levaram em conta as diretrizes definidas durante o Plano Plurianual (PPA) Participativo. Também foi incorporada ao orçamento parcela dos recursos vinculados às 56 demandas – projetos e obras – eleitas em 2012 pela população como prioridade durante o Orçamento Participativo.