Bienal do Livro de SP tem tumulto por Mariah Morais e Cafu
A procura intensa pela biografia de Cafu gerou filas imensas na Bienal do Livro de SP e forçou a organização a criar horários extras de atendimento aos fãs
- Publicado: 17/09/2026 18:08
- Alterado: 17/09/2026 18:08
- Autor: Leonardo Nogueira
- Fonte: Assessoria
A Bienal do Livro de SP vivenciou seu ápice de visitação nos dias 10 e 11 de setembro de 2026. A escritora Mariah Morais e o ex-jogador Cafu arrastaram uma multidão ao estande da editora Ciranda Cultural. O público queria o ídolo e a autora. Eles dominaram completamente os corredores do evento literário.
Multidão na Bienal do Livro de SP exige plano de emergência

A busca pela biografia esportiva na Bienal do Livro de SP gerou um frenesi inesperado. Uma fila quilométrica tomou conta do espaço destinado aos criadores da obra. A organização do evento precisou intervir rapidamente. Eles promoveram uma sessão extra de autógrafos com o ex-capitão da Seleção Brasileira para acomodar a demanda colossal de leitores.
“O sucesso foi tanto que voltamos com muita alegria, pois sabemos que é um momento único para muitos jovens.”
Essa declaração de Morais reflete o ritmo acelerado da dupla. Ela comandou a atenção de leitores, fãs de esporte e curiosos da feira. A literatura cria laços reais e imediatos. As pessoas buscavam muito mais do que uma simples assinatura no papel. Elas queriam proximidade com a trajetória vencedora da Copa de 2002.
Liderança de vendas na Trend Editora
Dois títulos dominaram os caixas no estande do selo Trend Editora durante a Bienal do Livro de SP. A curadoria uniu o peso de um atleta global a narrativas de forte apelo emocional humano. Os destaques absolutos da feira incluem:
- A Saga Cafu – O Grande Sonho: A obra revela as origens do lateral até seu primeiro contrato profissional. O texto foca na disciplina e na persistência inabalável do atleta em busca do topo.
- Depois do Depois: O livro explora temas urgentes da sociedade contemporânea. A autora aborda o recomeço, a transformação e a reconstrução pessoal de forma profunda.
Esses lançamentos consolidaram a posição da jornalista no mercado editorial brasileiro. Hoje ela integra a lista principal de representantes da Ciranda Cultural. Morais expandiu sua voz criativa para muito além do jornalismo esportivo diário. A conexão visceral com os jovens provou o acerto estratégico da publicação.
A 28ª edição encerrou suas atividades com um marco de 760 mil visitantes. O número representa o recorde absoluto de público do festival. A escritora projeta voos internacionais após esse resultado expressivo no mercado interno. Novos livros com ambientações no exterior e traduções para o mercado francês já pautam sua agenda executiva. O êxito monumental na Bienal do Livro de SP consagra o poder prático das histórias focadas no direito inalienável ao recomeço e à dignidade.