Adriana Birolli acontece no Teatro Paulo Machado de Carvalho
Comédia Manual Prático da Mulher Desesperada é apresentada dia 09, sábado às 21:00hs
- Publicado: 26/02/2013 12:37
- Alterado: 22/08/2023 21:07
- Autor: Redação
- Fonte: PMSCS
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Depois do sucesso do seu personagem na novela Fina Estampa
a atriz retorna aos palcos e ilustra em cena, as armadilhas que a mulher
moderna cria para si mesma ao tentar fugir da solidão.
Baseado na fusão de três contos da consagrada escritora e
jornalista Dorothy Parker, a peça Manual Prático da Mulher Desesperada narra
de forma cômica o desespero de uma mulher solteira em uma noite de sábado.
A direção do espetáculo é de Ruiz Bellenda, que também é o
responsável pela tradução e adaptação da montagem brasileira.
Manual Prático da Mulher Desesperada rendeu a Adriana
Birollli o Troféu Gralha Azul de melhor atriz, o prêmio é concedido pelo
Governo do Estado do Paraná através do Centro Cultural Guairá.
Em Manual Prático da Mulher Desesperada a linguagem cênica
escolhida pelo diretor foi a de ilustrar de forma contemporânea as desventuras
amorosas da protagonista Alice, personagem de Adriana Birolli. O espetáculo
conta também com a participação do ator Alex Barg, que vive os personagens
Celinho e Everton.
As desventuras amorosas de Alice, personagem de Adriana, têm
como testemunhas Celinho e Everton, interpretados pelo ator Alex Barg. No
início do espetáculo, rituais de beleza femininos na tentativa de seduzir o
sexo oposto são demonstrados. Máscara facial, depilação, cremes, prancha no
cabelo e maquiagem são aplicados em cena: “Me considero vaidosa na medida,
não sou uma pessoa louca pela aparência. Toda mulher tem um ritual de beleza
básico. Não durmo de maquiagem e gosto de cuidar da pele e do cabelo”,
conta a atriz.
Alice é bem sucedida na profissão, já tem seu próprio carro
e apartamento, mas sente falta um homem para chamar de seu. Adriana diz que não
existe mulher que não se identifique com as situações vividas pela personagem,
que está o tempo todo atrás do amor verdadeiro. Todas já passaram pela
angustiante espera pela ligação no dia seguinte e pela dúvida se deve ou não tomar
a iniciativa de ligar para o pretendente.
“A mulher tem um relógio biológico e aos 30 começa a
bater um desespero. Só de pensar que ela precisa arrumar um namorado,
consolidar a relação, casar e depois ter filho, fica ansiosa. Nessa fase,
qualquer promessa vira uma jura de amor, elas acabam se iludindo”, opina a
atriz, que confessa não ser atirada na hora da conquista.